Fátima, a gerente do bar

Fátima, a gerente do barTodos os Verões vou uma semana de viola às costas para tocar e passar férias num lugar diferente. Preparo antecipadamente o alojamento, de preferência de borla no local onde vou trabalhar! Já tenho a descrição de uma dessas aventuras no conto “A Algarvia”.Este ano fui para o norte do país. Combinei por correio electrónico e telefone com o dono de um bar-restaurante e no dia combinado lá apareci. Um parque florestal com praia fluvial num recôndito lugar, dormi numa cama no armazém, conforto e sossego!Quando lá cheguei fui recebido pela senhora que gere a casa, uma senhora com cerca de 40 anos, bonita e com tudo no lugar. Notei imediatamente os calções que lhe faziam um belo cu e deixavam notar o elástico das cuecas. Boa nas horas!Montei o palco para a noite e lá fiz o espectáculo que foi do agrado dos presentes. Música calma, acústico… Quando recolhi a viola fui guardá-la ao armazém, junto à cama e a Fátima veio ter comigo a dar os parabéns pelas canções. Fiquei contente porque é bom que gostem do nosso trabalho. Ela tinha mudado de roupa e estava com um vestido fino, cintado mas que também deixava notar o elástico das cuecas. Ela foi buscar uns pacotes à prateleira para preparar muğla escort o dia seguinte e aproveitei para ver aquele corpo lindo. Notou que eu olhava. Baixou-se para apanhar uns sacos de arroz e o vestido subiu deixando ver as coxas bem torneadas. Ao sair sorriu.Eu já imaginava a possibilidade de a poder comer, mas com calma porque era o meu primeiro dia naquela casa. Voltou ao armazém para buscar mais produtos, baixou-se e desta vez deixou ver as cuecas pretas. Fechou imediatamente as pernas como que se ficasse surpreendida, mas vi que foi propositado! Já vi qualquer coisa!Antes de fechar e como eu ficaria a dormir lá, a Fátima veio vestir o seu casaco de malha e despedir-se.- Bem, você fica aqui bem, não vai sair pois não?- Fico bem sim, mas… se quiser fumar?- Tem esta porta do armazém. Não a deixe fechar ou fica a dormir na rua.- Terei cuidado. Obrigado.- Não aparece aqui mais ninguém para você ver as cuecas!Soltei uma gargalhada.- Não aparece hoje, mas amanhã está de volta.- Já viu, não vê mais!- Para lhe ser sincero não vi de propósito, mas adorei!- Até amanhã. Olhe sonhe com elas!- Pode crer!Escusado será dizer que a jeitosa foi embora e eu fiquei a pensar naquela visão. Tive que bater muğla escort bayan uma bela punheta a pensar naquelas coxas com a mancha preta das cuecas.No dia seguinte pela manhã a Fátima foi a primeira a chegar, saia eu do duche dos funcionários em calções de praia e toalha pelas costas. Ela trazia outro vestido fino e cintado com o elástico das cuecas a notar-se. – Bom dia. Venha ali ao bar tomar o pequeno-almoço.- Bom dia. Obrigado, vou só vestir algo.Vesti apenas uma t-shirt, deixei-me ficar com os calções. Lá chegado, ela disse para passar para dentro do balcão e apanhar o pão no saco. Tinha que passar por ela que estava numa parte estreita do balcão. Parei para me dar espaço.- Passe. Cabemos os dois.Ao passar encolhi-me para não tocar nela, peguei no pão e ao voltar ela chegou-se atrás e rocei-lhe o cu bom. Oops! Acho que vou ter sorte! Olhou e sorriu. Notei que quer algo. Tomei o pequeno-almoço rápido para voltar a passar com a louça suja. Quando voltava de mãos vazias ela voltou a chegar-se para trás e agarrei-a pela anca sem contudo me encostar a ela. Olhou-me por cima do ombro e piscou o olho. Sentei-me no balcão à sua frente e com a minha frontalidade iniciei conversa.- escort muğla Gostei dessa passagem por trás de si.- Gostou? Não me pareceu, fugiu depressa.- Mas se quiser volto a passar.- Como queira, estamos sós!Voltei atrás do balcão, atrás dela, agarrei as ancas e pressionei-a contra o balcão. Largou o que estava a fazer, voltou-se para mim, pressionei-a. Agora sentia os quadris de uma mulher madura. Meteu-me as mãos nos ombros…- Não podemos arriscar, vem já a empregada da limpeza.- Vou para o armazém vestir-me, quer vir lá ter?Piscou o olho de novo. Apareceu estava eu a baixar os calções para vestir umas calças. Fui mesmo assim ao encontro dela, agarrei-a e meti as mãos dentro do vestido. O pau levantou-se num ápice!- Já estás pronto. Sinto-o duro.- Todo para ti se quiseres.- Rápido antes que venha alguém.Levantei o vestido, tirei as cuecas e deitei-a na cama. Sem preliminares penetrei-a na posição do missionário beijando-a arduamente. Foi uma bela mas rápida foda! Enchi-lhe a cona de leitinho.- Foi rápido! Desculpa!- Tinha que ser. Não quero ser apanhada, mas temos uma semana. Logo fico até mais tarde contigo.Foi bom, muito bom. A Fátima saía do armazém a altas horas da noite depois de muito foder comigo. Todos os pratos. Cona cu e broche! Fodemos até não poder mais. Durante o dia era a D. Fátima, à noite era a minha puta particular. Pediu-me para ir para lá no próximo ano, porém como diz a canção do Rui Veloso: Não voltes ao lugar onde já foste feliz!

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